Vacina fracionada contra febre amarela não vale para viagens

Anvisa afirma que apenas a dose padrão será válida para a emissão do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia

Por Lilian Bouzas Cardoso Gramari - Publicado em
Vacina fracionada contra febre amarela não vale para viagens

Para combater o recente surto de febre amarela em algumas regiões do país, o Ministério da Saúde lançou uma campanha de vacinação com doses fracionadas do imunizante, que deve ser aplicada em municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, entre fevereiro e março. Segundo informou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a dose fracionada não vale para quem for viajar para países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) – o documento é fornecido apenas para quem toma a dose-padrão da vacina, que é de 0,5 mililitros e imuniza para a vida toda. A dose fracionada contém 0,1 mililitros e dura 8 anos.

Quem tiver viagem marcada para um dos 131 países que exigem a vacina, deverá tomar a dose padrão. Para isso, a Anvisa orienta que o viajante compareça aos pontos de vacinação munido da passagem aérea.

A vacina deve ser tomada com pelo menos 10 dias de antecedência e, segundo a Anvisa, o não cumprimento do prazo pode impedir o embarque e a entrada em alguns países.

Depois de tomar a vacina, o viajante deve emitir o CIVP, fazendo um pré-cadastro online e depois comparecendo a um dos postos autorizados com o cartão de vacinação que comprove a aplicação da dose padrão, mais um documento de identidade e o comprovante da viagem. O CIVP será preenchido com a data de fabricação e lote da vacina, data de aplicação, identificação da unidade de saúde e assinatura do profissional responsável pela aplicação. Algumas unidades aplicam a vacina e também emitem o CIVP para quem tomou in loco, como é o caso do Hospital de Clínicas e o Hospital Emílio Ribas, em São Paulo.

A Anvisa afirmou em nota que sob hipótese alguma serão emitidos certificados internacionais para pessoas que apresentarem um comprovante com etiqueta referente à dose fracionada.

Em agosto de 2016, a Anvisa aderiu à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a vacina passou a valer para a vida inteira. Para quem já tomou a vacina e tem um certificado com data de validade, a Anvisa orienta que não é necessário reemiti-lo, pois existe o entendimento de que mesmo com certificados vencidos, a vacina continua válida. Porém, para evitar problemas e garantir que o documento será aceito em qualquer país, é recomendável emitir um novo certificado, que já terá validade para toda a vida.

Quem tomar a dose fracionada durante a campanha e posteriormente decidir viajar deve ser imunizado com a dose padrão, mas o intervalo entre as duas vacinas tem que ser de, no mínimo, 30 dias, segundo o Ministério da Saúde.

Fonte: Site Viagem e Turismo

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luciana tolentino

luciana tolentino

Muito boa informação. Obrigada
DIA 22.01.18 17h06
Hilton Leandro Bacelar

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Lilian Bouzas Cardoso Gramari

Lilian Bouzas Cardoso Gramari

;;;;;

Imagina, conte com a Moana Viagens. Abraços, Lilian

DIA 24.01.18 17h19
N/A

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